Para quem curte arte: exposições em São Paulo

luzes da cidade

Fizemos uma seleção de exposições para quem gosta de arte aproveitar em São Paulo no finzinho de março e começo de abril.

São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole

Com curadoria de Rubens Fernandes Jr, a exposição apresenta apresenta um panorama documental singular de São Paulo da primeira metade do século XX, realizado por Theodor Preising, fotógrafo alemão radicado no Brasil.

Até 25 de março no Centro Cultural Fiesp na Avenida Paulista, 1313.

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Chichico Alkmim, fotógrafo

A exposição Chichico Alkmim, fotógrafo, apresenta imagens de Diamantina e arredores, produzidas pelo fotógrafo mineiro na primeira metade do século XX.

A mostra fica em cartaz na Galeria 3 do IMS Paulista até 15 de abril.

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Jean-Michel Basquiat

A obra de Jean-Michel Basquiat (1960-1988) personifica o caráter de Nova Iorque nos anos 1970 e 1980, uma mistura de empolgação e decadência que criou um paraíso de criatividade. A repetição de letras e de palavras reflete ritmos, sons e a vida na cidade. As figuras poderosas que dominam a cena na obra do artista levam os críticos a classificá-lo como um Neoexpressionista, ao mesmo tempo em que está imerso na cultura pop. Suas pinturas subvertem hierarquias artísticas convencionais ao misturar imagens da cultura erudita e da popular.

Visitação com hora marcada. Até 07 de abril no Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro

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Tensão – Erwin Olaf

Primeira individual do artista multidisciplinar holandês Erwin Olaf no Brasil, a mostra apresenta 22 fotos e dez videoinstalações produzidas por Olaf nos últimos quinze anos. A obra do artista busca reconhecer traços essenciais da vida contemporânea, como o isolamento e a solidão, as barreiras de comunicação que separam os indivíduos, a busca frustrada por prazer, o embate de desejos, a velocidade da passagem do tempo e os padrões impostos pela publicidade e pela indústria da moda.

Até 8 de abril no primeiro andar do MIS – Av. Europa, 158.

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Hilma af Klint: Mundos Possíveis

Primeira mostra individual na América Latina da pintora sueca Hilma af Klint (1862-1944), cujo trabalho vem sendo reconhecido como pioneiro no campo da arte abstrata e que passou despercebido durante grande parte do século XX.

af Klint frequentou a Real Academia de Belas Artes, principal centro de educação artística da capital sueca, mas logo se distanciou do seu treino acadêmico para pintar mundos invisíveis, influenciada por movimentos espirituais como o Rosa-cruz, a Teosofia e, mais tarde, a Antroposofia. Ela integrou o “As cinco”, grupo artístico composto por artistas mulheres que acreditavam ser conduzidas por espíritos elevados que desejavam se comunicar por meio de imagens e já experimentavam desde o final do século 19 a escrita e o desenho automático, antecipando as estratégias surrealistas em mais de 30 anos.

A exposição inclui 130 obras e permanece em cartaz até 16 de julho no primeiro andar da Pina Luz – Praça da Luz, 02.

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