Guilherme Maranhão


Guilherme Maranhão
Guilherme Maranhão é apaixonado pelo camarão da Dona Luzia no Canto do Atins, adora o vento seco de Januária, fica embevecido com a água cristalina de Delfinópolis e vibra com as cerejeiras em Kyoto. Expôs individualmente no Itaú Cultural e na Casa da Imagem, em São Paulo, no Ateliê da Imagem, no Rio de Janeiro e na Gallery 44, em Toronto. Entre outras exposições coletivas, participou da Desidentidad no IVAM, em Valencia, Geração 00, no Sesc Belenzinho e Elogio da Vertigem, na MEP, Paris. Recebeu os prêmios Porto Seguro e Marc Ferrez.